Nexus 2026 De-briefing · conversa inicial

Jujubinha

A semente foi plantada…
Por enquanto, só ideias.

Onde estamos

Segunda parada: a conversa antes do desenho

Todo projeto passa por cinco etapas. Esta é a de entender, em voz alta, quem é a Jujubinha e para quem ela existe, antes de qualquer traço.

  1. 01Contato
  2. 02De-briefingEstamos aqui
  3. 03Desenvolvimento
  4. 04Apresentação
  5. 05Entrega
A marca

Sucos 100% fruta, com respeito pelo tempo de cada criança

A Jujubinha faz sucos 100% fruta para crianças de 2 a 6 anos com seletividade alimentar e caminha junto dos pais, que conhecem o filho como ninguém. Aqui, tudo começa pelo que a criança já reconhece e escolhe.

O mercado costuma falar com a criança média. A Jujubinha separa cor e sabor de propósito. Uma caixinha amarela (só como exemplo) pode guardar morango, uva ou melancia, e o que a criança já conhece vira ponte para o novo, no tempo e do jeito dela.

Resumindo em uma frase, o posicionamento fica assim.

Posicionamento

A Jujubinha é uma marca de sucos 100% fruta para crianças seletivas, feita para pais que respeitam o ritmo do filho, abrindo novas frutas a partir da cor preferida, quando toda a categoria faz a cor anunciar o sabor.

Objetivos do projeto

O que queremos construir

Três objetivos guiam o trabalho daqui para a frente.

01

Estratégia, identidade e mascote

Construir estratégia, identidade e mascote que traduzam “Segurança para descobrir”, com acolhimento e sem discurso clínico.

02

Embalagens em que a cor não conta o sabor

Desenhar uma linha de embalagens em que a cor não indica o sabor, encantando a criança e informando os pais com clareza.

03

Uma campanha feita com IA

Produzir com IA uma campanha completa estrelada pelo Victor e pelo Jujubinha, documentando cada etapa do processo.

Público

Quem está do outro lado da caixinha

Essas famílias sabem, melhor do que ninguém, que uma troca de embalagem ou de marca basta para o filho recusar o lanche.

São mães e pais de crianças de 2 a 6 anos com seletividade alimentar, com ou sem diagnóstico. Leem cada rótulo, trocam experiências com outras famílias e seguem de perto a orientação de terapeutas.

Querem o filho bem alimentado e presente na escola, na lancheira e nas festas, sem pressão e sem precisar se justificar para ninguém.

O que valorizam

Três coisas que pesam na hora da compra

Clareza

Viram a caixinha na gôndola e procuram no rótulo a garantia de que ali dentro só existe fruta.

Previsibilidade

Recompram o suco que já funcionou em casa, porque sabem que um produto estranho pode virar crise na mesa.

Autonomia

Comemoram quando o filho abre a lancheira no recreio e come junto dos colegas, sem precisar de ajuda.

Personas

Dois rostos desse público

Duas personas iniciais, para dar contorno às conversas. Cada uma carrega a história de um filho: o Theo e a Lia.

C

Camila

Persona
Idade
33 anos
Gênero
Feminino
Ocupação
Analista administrativa
Escolaridade
Ensino superior completo
Renda mensal
R$ 4.500
Localização
Pouso Alegre (MG)
Interesses
Acompanha conteúdos de maternidade atípica e testa receitas adaptadas ao Theo.
Estilo de vida
Organiza a semana entre o trabalho híbrido e as sessões de fono e TO do Theo.
Metas
Quer ampliar o cardápio do Theo sem crises e vê-lo mais autônomo na escola.
Desafios
Lida com um filho que só aceita alimentos de uma cor e estranha marca nova.
Motivações
Age movida por cada pequena conquista do Theo e por não se sentir sozinha.
Preocupações
Teme crises nas refeições e ouvir da família que o jeito do filho é frescura.
Obstáculos
Adia a troca de marca porque qualquer embalagem nova pode virar recusa.
Fontes
Consulta as terapeutas do Theo, perfis de maternidade atípica e grupos de mães.
Barreiras
Descarta rótulos com promessa milagrosa e evita pagar por algo que o Theo recuse.
Sucesso
Recompra quando o Theo toma o suco inteiro e pede a mesma caixinha de novo.
Linguagem
Fala do assunto de forma direta, sem jargão clínico e sem romantizar.
Interação
Chega por indicação de mães ou terapeutas e conversa pelo Instagram e WhatsApp.
R

Rafael

Persona
Idade
38 anos
Gênero
Masculino
Ocupação
Professor
Escolaridade
Ensino superior completo
Renda mensal
R$ 4.000
Localização
Varginha (MG)
Interesses
Ouve podcasts, acompanha esportes e busca dicas práticas sobre paternidade.
Estilo de vida
Divide a rotina com a esposa e faz as compras rápidas no mercado e na padaria.
Metas
Quer que a Lia leve lanche para a escola e vá a festas sem sofrimento.
Desafios
Vê a Lia recusar bebidas coloridas enquanto a escola cobra variedade no lanche.
Motivações
Age para ver a Lia tranquila e incluída entre os amigos da escola.
Preocupações
Teme que a Lia fique para trás e que ele erre na forma de lidar com isso.
Obstáculos
Adia a escolha até ouvir a esposa ou o pediatra sobre o que oferecer à Lia.
Fontes
Pergunta ao pediatra, pesquisa no Google e troca ideias com pais na escola.
Barreiras
Pega o que está na gôndola, ignora marcas de nicho e compara preço na hora.
Sucesso
Confirma a escolha quando a Lia volta da escola com a lancheira vazia.
Linguagem
Descreve a situação com palavras simples e práticas, sem nenhum jargão.
Interação
Compra online com entrega depois de uma indicação da escola ou do pediatra.
Dores e frustrações

O que eles dizem, e o que a marca responde

Dores e frustrações

O que a marca oferece

Meu filho recusa o suco pela cor, antes mesmo de provar.

Ele segura a cor que ama e prova, lá dentro, uma fruta que ainda não conhecia.

Tenho medo de pagar por um suco que ele vai deixar de lado.

Uma caixinha avulsa para testar em casa antes de assumir a jornada inteira.

Na família, sempre tem alguém dizendo que isso é frescura.

Uma linguagem que acolhe a recusa e tira dos pais o peso da culpa.

Nunca sei direito o que meu filho está tomando.

Os pais conferem a fruta de cada caixinha num olhar, sem adivinhar pela cor.

Os sucos infantis vêm cheios de açúcar e de personagem de desenho.

Os pais servem só fruta, e o filho ganha um amigo que também tem preferências.

Nenhuma marca parece feita para uma criança como a minha.

Os pais enfim encontram uma caixinha que o filho reconhece como dele.

Em casa, faltam jeitos leves de apresentar uma fruta nova.

O Jujubinha vira parceiro de prova e diz à criança “Eu provo se você provar”.

Plataforma de marca

A base que sustenta o resto

Quatro olhares sobre a mesma marca: o que ela é, onde se posiciona, em que mercado entra e para quem fala.

Essência

Por que a marca existe, aonde quer chegar e o que não negocia.

PropósitoPor que existimos?

Criar experiências alimentares acolhedoras em que a criança prova frutas novas sem a obrigação de gostar.

VisãoOnde queremos chegar?

Ser a referência das famílias de crianças seletivas, com uma jornada de frutas que cresce aos poucos.

ValoresO que é inegociável?

A marca defende saúde com 100% fruta, rótulo sem surpresas e a inclusão de quem come diferente.

Posicionamento

O que torna a marca única e o que ela promete a cada caixinha.

DiferencialO que nos torna únicos?

A Jujubinha desliga a cor do sabor, o que nenhuma concorrente faz, e torna a cor um território seguro.

PromessaO que sempre entregamos?

Cada caixinha garante que a criança prove uma fruta nova sem abrir mão da segurança que já conhece.

BenefíciosQue valor geramos?

A criança ganha companhia e brincadeira para provar, e os pais ganham clareza e autonomia para conduzir.

Contexto

O mercado em que a marca entra, com os espaços e os obstáculos.

Cenário atualQual é o contexto do mercado?

Grandes marcas enchem mercados e padarias de bebidas adoçadas e falam com toda criança do mesmo jeito.

OportunidadesQue espaços podemos ocupar?

A seletividade segue sem voz na categoria, e há espaço para unir fruta pura a um mascote com função.

DesafiosQuais são os obstáculos?

A baixa escala e a compra por conveniência freiam a marca, e a criança chega treinada a julgar pela cor.

Público

Para quem a marca fala, do que essa pessoa precisa e como ela age.

Público-alvoQuem queremos impactar?

A marca fala com pais que conduzem de perto a alimentação do filho seletivo e recusam promessa milagrosa.

NecessidadesQuais são suas dores?

Esses pais precisam ampliar o repertório do filho com segurança, informação clara e nenhuma imposição.

ComportamentoComo eles pensam e agem?

A família ouve terapeutas e outras mães, testa uma caixinha avulsa e repete só o que o filho aceitou.

Arquétipo

Cuidado que vira gesto

O Prestativo é o arquétipo que guia o jeito da marca. O Explorador chega para matizar.

No produtoA Jujubinha demonstra cuidado em gestos de produto, não em declarações de carinho. Mantém a embalagem na cor que a criança já escolhe, oferece uma unidade avulsa para a família testar sem risco e informa ao adulto a fruta que vai lá dentro.

Com os paisAge como aliada, nunca como quem sabe mais, e deixa a condução com eles. A troca entre cor e sabor chega anunciada, com cumplicidade, e a recusa recebe um “tudo bem” em vez de cobrança.

Com a criançaO Explorador aponta para a frente. O Jujubinha prova junto, como companheiro e não como tutor, e cada gole conta como descoberta.

É um cuidado que protege o conhecido para abrir espaço ao novo.

Concorrentes

Quem já está na gôndola

Um primeiro olhar para as marcas que dividem a prateleira. O que mais se repete: a cor anuncia o sabor, e a conversa é a mesma para toda criança.

Embalagens e comunicação da marca Del Valle Kapo
Del Valle Kapo
Embalagens e comunicação da marca Vigor Vig
Vigor Vig
Embalagens e comunicação da marca Tial
Tial
Embalagens e comunicação da marca Maguary Fruit Shoot
Maguary Fruit Shoot
Embalagens e comunicação da marca Yakult
Yakult
Embalagens e comunicação da marca Campo Largo
Campo Largo
Embalagens e comunicação da marca Natural One
Natural One
Moodboard

A personalidade vem antes do layout

Referências

Um clima para conversar

Estas imagens só ajudam a acertar o tom. Elas não definem logo, cor, ilustração, foto ou mascote. Nada disso foi decidido ainda.

Referência visual 1 do moodboard inicial
Referência visual 2 do moodboard inicial
Referência visual 3 do moodboard inicial
Referência visual 4 do moodboard inicial